Mónica Calle: “Houve sempre dois lugares onde sou livre, na relação sexual e no teatro”

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Há quase 30 anos que a atriz e encenadora Mónica Calle questiona o lugar do seu corpo no palco e procura levar o teatro às zonas marginais da cidade para que elas passem a ser o centro. Começou em 92, no Cais do Sodré, quando era um bairro de má fama, onde fundou a companhia Casa Conveniente. E há seis anos mudou-se para o bairro da Zona J, em Chelas, para criar um diálogo próximo com a comunidade. O ator Bruno Candé, assassinado em Julho por alegadas motivações racistas, fazia parte da sua equipa, era um dos seus. “Recordo o seu talento, a generosidade e gargalhada inconfundível. Uma das melhores pessoas que conheci na vida”. Sobre estes duros tempos afirma: “Através do palco pudemos resistir ao medo. Uma sociedade em que todos temos medo uns dos outros está condenada”

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