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Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac foi um jornalista e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Sua obra compreende além de poemas, textos publicitários, crônicas, livros escolares e poesias satíricas. Foi considerado na sua época, o "Príncipe dos Poetas Brasileiros".Juntamente com Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, foi a maior liderança e expressão do Parnasianismo no Brasil, constituindo a chamada Tríade ...
 
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Sua obra compreende além de poemas, textos publicitários, crônicas, livros escolares e poesias satíricas. Foi considerado na sua época, o "Príncipe dos Poetas Brasileiros".Juntamente com Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, foi a mai ...
 
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A um violinista de Olavo Bilac Declamado por Gus Quando do teu violino, as asas entreabrindo Mansamente no espaço , iam-se as notas quérulas, Anjos de olhos azuis, às duas mãos partindo Os seus cofres de pérolas, Minhas crenças de amor, esquecidas em calma No fundo da memória, ouvindo-as recebiam Novo alento, e outra vez do oceano de minh’alma, Arq…
 
Vaidade de Florbela Espanca declamado por Gus Sonho que sou a Poetisa eleita, Aquela que diz tudo e tudo sabe, Que tem a inspiração pura e perfeita, Que reúne num verso a imensidade! Sonho que um verso meu tem claridade Para encher todo o mundo! E que deleita Mesmo aqueles que morrem de saudade! Mesmo os de alma profunda e insatisfeita! Sonho que…
 
Presságio de Fernando Pessoa declamado por Gus O amor, quando se revela, Não se sabe revelar. Sabe bem olhar pra ela, Mas não lhe sabe falar. Quem quer dizer o que sente Não sabe o que há de dizer. Fala: parece que mente… Cala: parece esquecer… Ah, mas se ela adivinhasse, Se pudesse ouvir o olhar, E se um olhar lhe bastasse Pra saber que a estão a …
 
Só de Olavo Bilac declamado por Mell Este, que um deus cruel arremessou à vida, Marcando-o com o sinal da sua maldição, Este desabrochou como a erva má, nascida Apenas para aos pés ser calcada no chão. De motejo em motejo arrasta a alma ferida... Sem constância no amor, dentro do coração Sente, crespa, crescer a selva retorcida Dos pensamentos maus…
 
O guardador de rebanhos de Fernando pessoa declamado por Gus Eu nunca guardei rebanhos, Mas é como se os guardasse. Minha alma é como um pastor, Conhece o vento e o sol E anda pela mão das Estações A seguir e a olhar. Toda a paz da Natureza sem gente Vem sentar-se a meu lado. Mas eu fico triste como um pôr de sol Para a nossa imaginação, Quando esf…
 
Egito de Francisca Júlia declamado por Mell No ar pesado, nenhum rumor, o menor grito; Nem no chão calvo e seco o mais pequeno adorno; Um velho ibe somente arranca um raro piorno Que cresce pelos vãos das lájeas de granito. A aura branda, que vem do deserto infinito, Arrepia, ao de leve, a água do Nilo, em torno. Corre o Nilo, a gemer, sob um calor…
 
Amor que morre de Florbela Espanca Declamado por Mell O nosso amor morreu... Quem o diria! Quem o pensara mesmo ao ver-me tonta. Ceguinha de te ver, sem ver a conta Do tempo que passava, que fugia! Bem estava a sentir que ele morria... E outro clarão, ao longe, já desponta! Um engano que morre... e logo aponta A luz doutra miragem fugidia... Eu b…
 
A Florista - Francisca Júlia Declamado por Gus Suspensa ao braço a grávida corbelha, Segue a passo, tranqüila... O sol faísca... Os seus carmíneos lábios de mourisca Se abrem, sorrindo, numa flor vermelha. Deita à sombra de uma árvore. Uma abelha Zumbe em torno ao cabaz... Uma ave, arisca, O pó do chão, pertinho dela, cisca, Olhando-a, às vezes, tr…
 
Amor Algébrico de Euclides da Cunha Acabo de estudar – da ciência fria e vã, O gelo, o gelo atroz me gela ainda a mente, Acabo de arrancar a fronte minha ardente Das páginas cruéis de um livro de Bertrand. Bem triste e bem cruel decerto foi o ente Que este Saara atroz – sem aura, sem manhã, A Álgebra criou – a mente, a alma mais sã Nela vacila e ca…
 
Aniversário de Alvaro de Campos - Poema declamado por Mell No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos, E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer. No tempo em que festejavam o dia dos meus anos, Eu tinha a grande s…
 
Vencedor de Augusto dos Anjos Toma as espadas rútilas, guerreiro, E à rutilância das espadas, toma A adaga de aço, o gládio de aço, e doma Meu coração – estranho carniceiro! Não podes?! Chama então presto o primeiro E o mais possante gladiador de Roma. E qual mais pronto, e qual mais presto assoma Nenhum pôde domar o prisioneiro. Meu coração triunf…
 
Quantas vezes, em sonho, as asas da saudade Solto para onde estás, e fico de ti perto! Como, depois do sonho, é triste a realidade! Como tudo, sem ti, fica depois deserto! Sonho... Minha alma voa. O ar gorjeia e soluça. Noite... A amplidão se estende, iluminada e calma: De cada estrela de ouro um anjo se debruça, E abre o olhar espantado, ao ver pa…
 
A avenida das lágrimas de Olavo Bilac Quando a primeira vez a harmonia secreta De uma lira acordou, gemendo, a terra inteira, Dentro do coração do primeiro poeta Desabrochou a flor da lágrima primeira. E o poeta sentiu os olhos rasos de água; Subiu-lhe à boca, ansioso, o primeiro queixume: Tinha nascido a flor da Paixão e da Mágoa, Que possui, como…
 
Diogo Abreu atira flechas imaginárias a transeuntes enquanto conduz. Pode parecer estranho, mas mais vale isso do que escarrar para o chão. Pediu a mulher em casamento durante um espectáculo de stand-up. O que um gajo não faz para ter aplausos e salvar uma noite de merda. Não me convidou para o seu casamento, mas está tudo bem. Sou uma pessoa sem r…
 
O episódio 21 de Brainstorm é com Duarte Correia Da Silva. 21, que foi também o número da camisola que Dani envergou na época de 2000/2001 no Benfica, após a saída de Nuno Gomes para a Fiorentina, portanto não me venham depois dizer que não há coincidências.Duarte Correia Da Silva. Nunca sei se o "da" e o "de" em nomes se metem em maiúscula ou não.…
 
https://www.instagram.com/danielcarapetoo/ https://twitter.com/danielcarapeto Vim brincar com Os Primos, mas só porque já tinha comido tudo para poder sair da mesa. Senão ainda lá estava. Os Primos são os youtubers que você respeita. Se Os Primos fossem escuteiros, andavam sempre com as meias puxadas para baixo. Felizmente não são, senão nem sequer…
 
https://www.instagram.com/danielcarapetoo/ https://twitter.com/danielcarapeto Bem, três meses seguidos sem falhar, han? Por esta não esperavam. Carapeto, sempre a tirar-vos o chão por debaixo dos pés. Luís Franco-Bastos veio ao Brainstorm e abriu o coração. Desde a infância difícil, num orfanato em Linda-a-Velha, à morte do seu pónei de estimação q…
 
https://www.instagram.com/danielcarapetoo/ https://twitter.com/danielcarapeto O episódio de hoje é com Pedro Sousa, que certamente gostaria de ter um nome menos comum, tipo Simão Castanheira ou Rubem Bragantino. Ser artista e ter um nome demasiado normal é mau, que o diga Ricardo Azevedo, que se não andasse desde 2007 a gritar aos sete ventos que t…
 
https://www.instagram.com/danielcarapetoo/ https://twitter.com/danielcarapeto No regresso do podcast com mais hiatos do mundo, falei com Diogo Batáguas, que também é um José Diogo, como o último convidado antes do hiato causado pela minha preguiça, perdão, pela pandemia. Tentarei trazer mais Zés Diogos no futuro, aliás, tentarei, daqui para a frent…
 
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