Como a ação contra o Facebook pode afetar o futuro das redes?

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A procuradora-geral do estado de Nova York, Letitia James, acusou o Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 2,3 bilhões de contas ativas, de "por quase uma década, usar sua dominação e seu monopólio para esmagar rivais menores e exterminar os competidores às custas dos usuários". Ela e colegas de outros 45 estados americanos ingressaram na Justiça contra a rede social, em processos que podem mudar o rumo do controle de plataformas e aplicativos. Os estados e a Comissão Federal de Comércio acusam a gigante de tecnologia de ações predatórias para conquistar mercado de forma ilegal. As ações pedem à Justiça para obrigar o Facebook a revender o Instagram, comprado em 2012, por US$ 1 bilhão de dólares, e o WhatsApp, adquirido pela empresa de Mark Zuckerberg, em 2014, por US$ 19 bilhões. O Facebook alega que as ações são um "revisionismo histórico", já que as aquisições foram aprovadas justamente pela comissão federal de comércio.
Embora sem precedentes, essa ação não é a primeira que pressiona as maiores empresas do setor por alegações de monopólio ilegal, há poucas semanas o Google também foi acusado de monopólio ilegal. No Ao Ponto desta sexta-feira, Thássius Veloso, editor do portal TechTudo e comentarista da GloboNews e da Rádio CBN explica se essa disputa pode mudar em alguma coisa na vida do usuário das redes e na indústria do setor.

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