“O Gesto de Phyllis” de Ramiro Guerreiro no FRAC Marselha

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Até ao dia 25 de Setembro, o FRAC Provence-Alpes-Côte d’Azur, Marselha acolhe a exposição “O Gesto de Phyllis” de Ramiro Guerreiro. Fruto de uma parceria com o Salão Internacional do Desenho Contemporâneo, a exposição tem Muriel Enjalran e Martine Robin como curadoras. Até ao dia 25 de Setembro, o FRAC Provence-Alpes-Côte d’Azur, Marselha acolhe a exposição “O Gesto de Phyllis” de Ramiro Guerreiro. O trabalho encontra-se exposto na sala experimental do Fundo Regional de Arte Contemporânea de Marselha e é fruto de uma parceria com o Salão Internacional do Desenho Contemporâneo. A exposição baseia-se numa citação da arquitecta Phyllis Lambert e tem Muriel Enjalran e Martine Robin como curadoras. No trabalho que desenvolve desde os anos 2000, Ramiro Guerreiro trabalha de forma crítica a relação entre o corpo, o espaço e a arquitectura. As suas mostras permitem um novo olhar sobre o “pensar e habitar” as cidades e os elementos que as constituem. Guerreiro explora empiricamente a forma como a arquitectura e a política urbana condicionam as nossas formas de ver, ser e sentir. A partir de experiências modernistas do século XX, como pensar o urbanismo e a arquitectura actual? É a pergunta de partida do artista português, que propõe um diálogo com o espaço do FRAC, tendo por base o testemunho de Phyllis Lambert, fundadora do Centro Canadiano de Arquitectura, que tem uma posição activa sobre a evolução da arquitectura e das políticas urbanas. “O convite foi feito pela Muriel Enjalran, directora do FRAC, através da segunda comissária que é a Martine Robin com quem eu tinha trabalhado aqui em Marselha, em 2013. A Muriel Enjalran, porque é uma parceria entre as duas instituições, pediu à Martine uma série de referências de artistas portugueses para uma exposição de desenho mas que fosse também à volta de arquitectura. Daí escolheu-me para este projecto, para esta intervenção neste espaço. Portanto há desde o início esse princípio de que é um convite para uma exposição especificamente de desenho à volta de arquitectura. É um convite para uma exposição, especificamente de desenho à volta de arquitectura. Vim cá pela primeira vez há três meses para conhecer o espaço e a partir do espaço pensei começar a desenvolver a ideia da exposição a partir das características do próprio espaço.” No âmbito do novo projecto “Fazer sociedade”, o FRAC Provence-Alpes-Côte d’Azur, Marselha, destaca o compromisso artístico e políticos de quatro artistas que propõem novas produções pensadas para estes espaços específicos e em harmonia com o espaço público envolvente, a arquitectura e a História. Patentes ao público estão, neste momento, as exposições “Rádio Voz de Liberdade” da luso-sul-africana-moçambicana Ângela Ferreira, a exposição “Adelaïde” do franco-português Wilfrid Almendra, a exposição “O Gesto de Phyllis” do artista português Ramiro Guerreiro e “Fireworks” do tailandês Apichatpong Weerasethakul. O convite aos artistas lusófonos inscreve-se na Temporada Cultural Portugal-França 2022.

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