A MENINA DOS PATINS VITÓRIA GABRIELLY - A MÃE - INVESTIGAÇÃO CRIMINAL #35

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Confira aqui a entrevista completa com a mãe de Victória Gabrielly, Rosana Guimarães.

Em 8 de junho de 2018, Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, com apenas 12 anos, saiu de casa pela última vez, em Araçariguama, na região de Sorocaba, no interior de São Paulo. A pré-adolescente queria apenas uma coisa naquela tarde de sexta-feira: #patinar no ginásio próximo da sua casa. Mas Vitoria nunca chegou ao seu destino final.

Dada inicialmente como #desaparecida, a garota foi encontrada #morta 8 dias depois, com os braços e pernas atados, seu corpo amarrado a uma árvore, e os patins próximos a ela. A morte da jovem comoveu o Brasil ainda mais depois que se descobriu que Vitória foi vítima de três homens e uma mulher que buscavam cobrar a dívida que um suposto parente seu tinha com um traficante de drogas da região. No entanto, as investigações mostraram que o bárbaro #assassinato de Vitória teria detalhes ainda mais mórbidos: ela foi #sequestrada erroneamente.

O servente de pedreiro Julio Cesar Ergesse, o casal Mayara Borges Abrantes e Bruno Marcel de Oliveira, segundo a polícia, teriam interceptado Vitória na rua, confundindo ela com a irmã de usuário de drogas que estava devendo 7 mil reais para o traficante. Quando perceberam que haviam pegado a garota errada, os três resolveram se livrar do problema, dando fim à vida de Vitoria. Em 2019, Julio Cesar foi condenado a um total de 34 anos de prisão, que baixou para 20 anos meses depois. O casal Bruno e Mayara recebeu a pena de pouco mais de 36 anos de cadeia, cada. Todos foram julgados por sequestro, homicídio culposo, ocupação de cadáver e várias outras qualificadoras - como meio cruel. O traficante que teria encomendado o crime, Odilan Alves, foi preso, nega participação no caso e aguarda seu julgamento.

Durante a sentença de Mayara e Bruno, o juiz Fabio Roberto de Carvalho resumiu muito bem a dor da família de #Vitoria #Gabrielly Guimarães. Ele disse: “O castigo para a família é perpétuo. So terão a saudade e as flores no cemitério. Os réus, dentro da lei de execução penal brasileira, uma das piores legislações do mundo, uma verdadeira celebração da impunidade, eles, os réus, conseguirão benefícios com o tempo”.

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