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RRRP3 X PRIO3 X RECV3: Qual a MELHOR AÇÃO para investir? Análise completa das petroleiras júniores | Mercado Aberto

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A Petrobras descobriu o pré-sal em 2006 — uma camada com uma extensa reserva de petróleo de alta qualidade e gás natural depositada no fundo do oceano, a 7000 metros abaixo do nível do mar e se localizando numa faixa litorânea entre os estados do Espírito Santo e de Santa Catarina, compreendendo as bacias sedimentares de Campos, Espírito Santo e Santos.
Hoje, o pré-sal corresponde a 80% da produção total de petróleo da Petrobras. Em 2010, a estatal brasileira começou o processo de exploração do petróleo na área do pré-sal de fato. Ela deixou a exploração do campo terrestre (onshore) de lado para explorar águas profundas a partir de então, deixando de investir em campos mais maduros.
Em 2015, a Petrobras lançou um projeto de desinvestimentos de seus ativos menos relevantes ou menos lucrativos com o objetivo de concentrar seus investimentos no pré-sal. É justamente aí que começa a história das petroleiras júniores, que passaram a adquirir esse campos maduros — alguns que a Petrobras ficou mais de quinze anos sem investir, sendo esse o motivo da produção alavancar tão rápido com a volta do investimento - com objetivo de revitalizar e aumentar a produção desses campos (cuja tendência era de declínio).
1) PetroRio (PRIO3): Foi a empresa que mais subiu na bolsa nos últimos dez anos, acumulando uma alta de quase 5000%. Mas a história da PetroRio não é mil maravilhas e a empresa já chegou a ser um patinho feio na bolsa. A empresa surgiu em 2009 com o nome de HRT Petróleo. Período entre 2010 e 2013 (fracasso nas atividades de exploração): Em 2010, a HRT fez seu IPO, sendo avaliada em R$ 2,5 bi, e os recursos do IPO foram destinados para exploração de áreas em concessões em campos novos em que não havia comprovação de petróleo, em locais como a Bacia do Solimões e a costa da Namíbia. A petroleira quase faliu em meio a insucessos de exploração de petróleo na Amazônia e na África, queimando muito caixa. Hoje, a Prio tem cinco campos localizados na Bacia de Campos, todos com produção offshore (marítima), sendo a maior empresa das junior oils, com uma produção atual de 100k barris por dia.
2) 3R (RRRP3): Possui apenas operações offshore (em alto mar), concentradas no RJ, a 3R possui tanto operações offshore (no mar) e onshore (em terra) em diversos estados brasileiros. Seus pilares são “Redesenvolver, Revitalizar e Repensar”, daí o nome da cia. Ela é uma holding com diversas subsidiárias operacionais, em conjunto Grupo 3R, com atuação nos segmentos de upstream, midstream e downstream da cadeia de petróleo e gás.
3) PetroReconcavo (RECV3): A PetroRecôncavo nasceu em 1999 como um experimento da Petrobras: ceder a um player privado a operação no Recôncavo Baiano, o berço do petróleo no Brasil, em troca de uma participação nos resultados. Por isso, a PetroReconcavo é pioneira na operação de campos maduros no Brasil, sendo especializada no desenvolvimento e recuperação de Campos Maduros onshore. A PetroReconcavo traz consigo a experiência dos seus acionistas, empresas também ligadas a esta atividade como a Perbras, empresa de sondas que já trabalhou em campos de petróleo onshore no Brasil durante mais de 50 anos, a PetroSantander (uma empresa americana com operações na Colômbia de campos maduros) e o braço de Private Equity do Opportunity.
No Mercado Aberto de hoje vamos fazer uma verdadeira batalha das petroleiras júniores e te revelar QUAL É A MELHOR PARA INVESTIR.
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Apresentação: Matheus Soares (@maatssoares) e Thiago Salomão (@_salomoney)
Edição: Bianca Barsotti
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Hoje, o pré-sal corresponde a 80% da produção total de petróleo da Petrobras. Em 2010, a estatal brasileira começou o processo de exploração do petróleo na área do pré-sal de fato. Ela deixou a exploração do campo terrestre (onshore) de lado para explorar águas profundas a partir de então, deixando de investir em campos mais maduros.
Em 2015, a Petrobras lançou um projeto de desinvestimentos de seus ativos menos relevantes ou menos lucrativos com o objetivo de concentrar seus investimentos no pré-sal. É justamente aí que começa a história das petroleiras júniores, que passaram a adquirir esse campos maduros — alguns que a Petrobras ficou mais de quinze anos sem investir, sendo esse o motivo da produção alavancar tão rápido com a volta do investimento - com objetivo de revitalizar e aumentar a produção desses campos (cuja tendência era de declínio).
1) PetroRio (PRIO3): Foi a empresa que mais subiu na bolsa nos últimos dez anos, acumulando uma alta de quase 5000%. Mas a história da PetroRio não é mil maravilhas e a empresa já chegou a ser um patinho feio na bolsa. A empresa surgiu em 2009 com o nome de HRT Petróleo. Período entre 2010 e 2013 (fracasso nas atividades de exploração): Em 2010, a HRT fez seu IPO, sendo avaliada em R$ 2,5 bi, e os recursos do IPO foram destinados para exploração de áreas em concessões em campos novos em que não havia comprovação de petróleo, em locais como a Bacia do Solimões e a costa da Namíbia. A petroleira quase faliu em meio a insucessos de exploração de petróleo na Amazônia e na África, queimando muito caixa. Hoje, a Prio tem cinco campos localizados na Bacia de Campos, todos com produção offshore (marítima), sendo a maior empresa das junior oils, com uma produção atual de 100k barris por dia.
2) 3R (RRRP3): Possui apenas operações offshore (em alto mar), concentradas no RJ, a 3R possui tanto operações offshore (no mar) e onshore (em terra) em diversos estados brasileiros. Seus pilares são “Redesenvolver, Revitalizar e Repensar”, daí o nome da cia. Ela é uma holding com diversas subsidiárias operacionais, em conjunto Grupo 3R, com atuação nos segmentos de upstream, midstream e downstream da cadeia de petróleo e gás.
3) PetroReconcavo (RECV3): A PetroRecôncavo nasceu em 1999 como um experimento da Petrobras: ceder a um player privado a operação no Recôncavo Baiano, o berço do petróleo no Brasil, em troca de uma participação nos resultados. Por isso, a PetroReconcavo é pioneira na operação de campos maduros no Brasil, sendo especializada no desenvolvimento e recuperação de Campos Maduros onshore. A PetroReconcavo traz consigo a experiência dos seus acionistas, empresas também ligadas a esta atividade como a Perbras, empresa de sondas que já trabalhou em campos de petróleo onshore no Brasil durante mais de 50 anos, a PetroSantander (uma empresa americana com operações na Colômbia de campos maduros) e o braço de Private Equity do Opportunity.
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