#246 - Um futuro que se inicia agora - Profª Lúcia Helena Galvão

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A FATRA Ensino Superior e a Faculdade do Trabalho Cursos Técnico apresentou no dia 04 de Agosto de 2020 uma palesta com a Professora e Filósofa Lúcia Helena Galvão.
Dizer que foi fácil é uma falácia. Não foi e ainda não está sendo. Mas os guerreiros, que permaneceram, que se lançaram a desafiar o momento turbulento, àqueles que enfrentaram e estão enfrentando bravamente esta pandemia, são merecedores de medalhas.
São muitas as dificuldades. As incertezas, perdas, dores, sentimentos confusos, situações inexplicadas...muita coisa.
Cada aluno, professor, todos nós estamos com suas cicatrizes, sejam físicas, emocionais, espirituais, cada um carrega em si uma marca deste momento.
Vamos nos recordar algum dia e ao olhar para trás, que tenhamos a visão da nossa força e do quanto fomos aguerridos ao sobreviver a tudo isso e a sair mais forte, sem desistir, sem baixar a guarda.
Todos aqui são destemidos?
São valentes.
Não é feio chorar, pedir colo, precisar de ajuda. Isso é humano. Somos fortes, mas precisamos de cuidado. Atenção, respeito, carinho, afagos fazem bem, e como fazem.
Para falar com maestria sobre esses assuntos, uma mulher ímpar, com destaque nacional, reconhecida no meio acadêmico, no meio artístico cultural, por onde passa, sabe-se quem é a filósofa professora Lúcia Helena.
“O sumo ato de inteligência é a identidade: achar quem é você dentre tudo aquilo que te sugerem ser”, diz ela.
No caminho do autoconhecimento, as descobertas de pensadores como Platão, Sócrates, Helena Blavatsky, Carl Jung e Giordano Bruno, entre tantos outros, podem nos ajudar a encontrar a nossa própria contribuição em direção bem-fazer. “Uma única palavra que cumpre uma função no mundo já justifica uma vida inteira”.
A professora Lúcia Helena Galvão é uma mulher admirável, estudiosa e curiosa, inquieta e em busca incessante pela sabedoria.
Desde muito cedo em busca de conhecimento. Procurou na fonte para entender o mundo ou pelo menos, encontrar portas que a levasse às perguntas certas.
Foi trilhando por Platão, Sócrates, Aristóteles e outros que a professora se viu num mundo de descobertas.
Depois de cumprir etapas de construção formal do esperado diploma, se voltou para seu "eu interior" e assim, meio que por acaso, chegou À NOVA ACRÓPOLE.
Acrópole é um conceito que alude ao lugar de uma cidade que se encontra mais elevado. A noção era usada na Grécia Antiga para denominar o sítio de uma localidade situado a maior altitude e amuralhado ou protegido através de uma fortaleza.
Era habitual que os Gregos, os Romanos e outros povos antigos desenvolviam em suas cidades em terrenos elevados que lhes facilitavam a sua defesa. Esse espaço, chamado acrópole, era o ponto de partida para o crescimento da zona urbana.
Na acrópole construíam-se edifícios e estruturas mais importantes, como o ágora (a praça) e diversos templos. Por isso, a acrópole albergava os encontros mais relevantes da cidade.
A professora Lúcia Helena se encontrou no seu espaço de conhecimento e sabedoria.
Na busca pelo propósito, a professora teve a iluminação que a levaria a uma generosidade, a se dispor para os outros. Como já disse, é a essência do verdadeiro educador - se entregar para ajudar a edificar o outro. Isso é sublime e fala alto à sabedoria. Os sábios são a luz que necessitamos e a professora filósofa, autora, redatora, poetisa veio nos trazer amor, carinho, gentileza, carinho, conforto, conhecimentos é tudo isso.
Generosa, atenciosa, com simplicidade se dedica a levar para o mundo sua sabedoria.
Num breve pensar, agiu rapidamente para dar conforto num momento em que a maioria de nós não sabia para onde olhar – estávamos de frente para o inesperado – era a pandemia.
Com a missão de fazer com que nós possamos abrir os olhos, nesta noite teremos a oportunidade de ouvi-la, de vê-la e ainda de dialogar.


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