Revista de Imprensa - Vacinas, laboratórios, Covid em França ou o fim do castrismo em Cuba

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Abrimos esta revista de imprensa com LE MONDE a titular, vacinas, a indústria francesa na cauda. A França lançou a produção de vacinas mas concebidas noutros países e tem dificuldades em ter a sua própria concepção da vascina depois dos fracassos de Sanofi e do Instituto Pasteur. O centro de biotecnologia de Valneva de Nantes cujo candidato é promissor preferiu virar-se para o Reino Unido que lhe deu garantias de encomendar mais vacinas. Perante os alertas sobre a sua indústria sanitária, Paris esboçou um plano para relocalizar a fabricação de medicamentos essenciais no território. Entrevistado pelo canal televisivo CBS, Emmanuel Macron, afirmou que o aumento da produção, nomeadamente, na Europa, permitirá garantir os objectivos. O Presidente francês, fechou as portas à vacina russa, Sputnik V e garantiu que aquela produzida pela Sanofi será disponível, brevemente, acrescenta, LE MONDE. Por seu lado, LE FIGARO, titula, citando o presidente Macron, bato-me por um direito tranquilo à vida. Numa entrevista exclusiva ao jornal, o chefe de Estado, defende o seu balanço sobre a segurança e face ao aumento da violência quotidiana, defende a sua vontade de combater qualquer forma de impunidade. O Presidente afirmou estar determinado a fazer recuar a delinquência em todo o território. Macron, acrescentou ainda não validar o conceito de violência da polícia, não validar aquele de privilégio branco e não validar o conceito de racismo sistémico, acrescenta, LE FIGARO. L'HUMANITÉ, titula, acordos e um entorse sobre a reunião da esquerda. Um pacto de respeito mútuo foi assinado no sábado, mas subsistem tensões entre uma parte da família de esquerda, nota, L'HUMAITÉ. Desprogramações, a Covid deve ser curada, mas eu também preciso de ajuda, titula, LIBÉRATION, citando, uma paciente à espera duma intervenção cirúrgica. Desde o mês de março e com o aumento dos casos com a terceira vaga da Covid, vários hospitais preveniram os seus pacientes que terão de esperar que baixe a pressão da Covid para poderem ser operados, nota, LIBÉRATION. As últimas horas do ditador cubano Raul Castro No internacional, LE FIGARO, destaca Cuba, as últimas horas do castrismo. O 8° Congresso do Partido comunista cubano que decorre desde sexta-feira, até hoje, deve consagrar a saída de Raúl Castro para a reforma, nas vésperas dos seus 90 anos. Após 68 anos ao serviço do castrismo, o primeiro secretário do Partido comunista cubano deve deixar o seu lugar ao Presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez. Um acontecimento que marcará o fim da era Castro, porque pela primeira vez desde 1959, nem Fidel, morto em 2016, nem o irmão Raúl, presidirão os destinos da ilha de Cuba, acrescenta, LE FIGARO. Por seu lado, LA CROIX, titula, nuclear iraniano ainda é possível um acordo? Os negociadores tentam chegar em Viena a um compromisso sobre um levantamento das sanções americanas e uma reintegração do Irão nos acordos de 2015. Enfim, em relação à África, LA CROIX, destaca, genocídio no Ruanda, um padre que estava refugiado em França foi preso. O padre Marcel Hitayezu, que chegou em França en fins dos anos 90, foi acusado de genocídio e de cumplicidade em crimes contra a humanidade no Ruanda, acrescenta, LA CROIX.

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