Morning Call: mercados aguardam por dados de preços ao consumidor nos EUA para medir "febre" da recuperação econômica e mudanças por parte do FED

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As ações asiáticas encerraram em baixa (exceção à China), enquanto os fututos em Wall Street operam próximos da estabilidade, como tem sido a tônica da semana, com os investidores digerindo dados sobre as pressões de preços para avaliar a perspectiva de estímulo em meio à recuperação econômica nos EUA.
As ações caíram no Japão e subiram na China, onde a inflação industrisl em maio foi a mais alta desde 2008, mas os ganhos nos preços ao consumidor permaneceram moderados. O país também está considerando a imposição de um limite máximo ao preço do carvão térmico para conter os altos custos de energia. Os recém abertos mercados europeus e os futuros em Nova York pouco mudaram depois que o S&P 500 encerrou a sessão da terça-feira muito próximo de seu fechamento ocorrido em 7 de maio.
O foco permanece no relatório de preços ao consumidor agendado para quinta-feira , o que pode afetar as visões sobre o provável cronograma para as discussões do Federal Reserve sobre a redução das compras de ativos.
O petróleo retomou sua alta para chegar a US $ 70 o barril em Nova York. O Bitcoin continua sob pressão, sendo negociado em torno de US $ 33.000 após mais uma queda expressiva nesta semana.
O debate sobre se a inflação se mostrará rígida e levará os bancos centrais a reduzir o suporte antes do esperado continua sendo fundamental para os investidores. Embora a volatilidade seja evidente na margem especulativa, as ações globais seguem próximas de seus recordes históricos e os rendimentos do Tesouro dos EUA diminuíram por três semanas consecutivas. O quadro geral sugere fé nas garantias do Fed de que as pressões sobre os preços serão transitórias.
Em Brasília, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, reagiu nesta terça-feira, 8, às declarações do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (Progressistas-PR), sobre descumprir decisões judiciais. “O respeito a decisões judiciais é pressuposto do Estado Democrático de Direito”, disse Fux.
Horas antes, em um evento organizado pelo jornal Correio Braziliense e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Barros criticou o Judiciário e disse que “vai chegar a hora” de decisões judiciais deixarem de ser cumpridas.
A ameaça de descumprimento surgiu enquanto o parlamentar falava sobre o que ele considerou como “avanços do Judiciário sobre prerrogativas” do Poder Executivo.
Nas páginas "policiais", a Polícia Federal decidiu indiciar o senador Fernando Bezerra (MDB–PE), líder do governo na Casa Legislativa, pelo suposto recebimento de R$ 10,4 milhões em propinas de empreiteiras entre 2012 e 2014, quando foi ministro de Integração Nacional da ex-presidente Dilma Roussef (PT). O filho dele, o deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE), também foi indiciado.
A informação consta em relatório de mais de 300 páginas, enviado ao Supremo Tribunal Federal, com a conclusão do inquérito que investigou os parlamentares. A PF imputa crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e falsidade ideológica eleitoral. No mesmo documento, a delegada Andréa Pinho Albuquerque Cunha, responsável pelo caso, pede o bloqueio de R$ 20 milhões na conta dos Bezerra.
A investigação aponta que as propinas teriam sido pagas pelas construtoras OAS, Barbosa Mello, S/A Paulista e Constremac em troca do direcionamento de obras contratadas pelo governo federal no Nordeste, como a transposição do rio São Francisco. De acordo com a PF, há ‘provas cabais’ das irregularidades.
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