Morning Call: mercados operam estáveis em dia de ata do FED

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Os futuros em Nova York se estabilizaram e operam em leve alta, com as ações globais pairando em torno de suas máximas históricas, enquanto os investidores aguardam os detalhes da reunião mais recente do Federal Reserve, através de sua ata a ser divulgada hoje.
Os futuros dos índices S&P 500 e Nasdaq subiram depois que os indicadores subjacentes recuaram durante a noite, com o volume nas bolsas dos EUA caindo abaixo de 10 bilhões de ações pela primeira vez este ano. O rendimento do Tesouro de 10 anos caiu, enquanto o dólar interrompeu uma sequência de quedas de quatro dias.
As expectativas de apoio continuado do banco central e a expansão mundial mais forte em pelo menos quatro décadas levaram os benchmarks de ações a patamares sem precedentes. As preocupações sobre os custos de empréstimos mais elevados que desestabilizam o mercado diminuíram, com os rendimentos dos títulos diminuindo, à medida que os investidores mudam seu posicionamento mais agressivo para o aperto proposto pela política do Fed.
Neste sentido, os detalhes da última reunião do Fed podem fornecer mais pistas sobre o panorama.
D outro lado do mundo, o indicador do Morgan Stanley das ações da Ásia-Pacífico oscilou entre perdas e ganhos, com a Toshiba Corp. subindo depois que a empresa recebeu uma oferta inicial de compra da CVC Capital Partners . As ações indianas subiram depois que o banco central manteve sua postura acomodatícia, buscando apoiar sua economia que enfrenta um novo ressurgimento de infecções por coronavírus.
O petróleo WTI luta para se estabelecer acima de US $ 59 o barril em meio ao otimismo de que a expansão econômica possa aumentar. O Fundo Monetário Internacional atualizou sua previsão de crescimento global enquanto alertava sobre uma divergência entre economias avançadas e menos desenvolvidas.
Por aqui, o Brasil ultrapassou pela primeira vez nesta terça-feira, 6, a marca de 4 mil mortes pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, com 4.211 registros, recorde na pandemia.
Ainda com aumento de infecções após quase um mês de medidas mais restritivas e vacinação lenta, a crise sanitária deve piorar antes de dar trégua e o País pode chegar a até 5 mil vítimas diárias, segundo especialistas.
Na contramão, outros países que tiveram número alto de óbitos - como Estados Unidos e Reino Unido - registram tendência de redução. A falta de coordenação das medidas de isolamento, dizem cientistas, prejudica a contenção da doença.
O presidente Jair Bolsonaro ignorou os números da tragédia e disse que “resolve o problema do vírus em poucos minutos”, em mais um ataque à imprensa. “É só pagar o que os governos pagavam para Globo, Folha, Estado de S.Paulo... Esse dinheiro não é para imprensa, esse dinheiro é para outras coisas”, afirmou o presidente.
Bolsonaro ainda prosseguiu: “Eu cancelei todas assinaturas de revistas e jornais do governo federal. Acabou. Já entramos no segundo ano sem nada. A gente não pode começar o dia envenenado”.
Bolsonaro ignorou a demora do seu governo para comprar vacina e generalizou o problema de falta do imunizante. “O Canadá está com problema de vacina também. O mundo todo, a não ser os países que fabricam, Estados Unidos e mais três ou quatro. O pessoal quer destruir o vírus, aqui quer destruir o presidente. É jogo de poder, se vai morrer mais gente, não interessa, não."
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