Dia Internacional dos Povos Indígenas

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Garantia e preservação da integridade física e cultural dos povos indígenas, da permanência em seus territórios, de serem livres e iguais a todos os demais povos e indivíduos. Estes são alguns dos muitos direitos assegurados aos povos indígenas em todo o mundo e previstos na Declaração sobre os Direitos dos Povos Indígenas, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007. Neste dia 9 de agosto o mundo celebra o Dia Internacional dos Povos Indígenas e, no Brasil, as violências às quais são submetidos esses povos evidenciam uma realidade de negação desses direitos. Para a psicóloga Denise Figueiredo, professora colaboradora do Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e responsável pelas questões indígenas na Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia (CFP), a data é um momento de visibilidade das lutas e resistências destas populações indígenas. Figueiredo destaca que a CDH do CFP está articulando estratégias de atuação do Sistema Conselhos de Psicologia sobre esse tema e, para isso, está programando ações como a realização de um debate online, entre agosto e setembro, que contará com a presença de profissionais da área e lideranças indígenas, além de um curso abordando o tema na plataforma OrientaPsi. Ela destacou, ainda, as formas da categoria assumir seu papel nesse debate. “A atuação dos (as) psicólogos (as) vai nessa questão do empoderamento, de trabalhar junto com eles (as) caminhos que favoreçam ainda mais esse empoderamento, e também voltado para a questão da saúde. Existe uma falta de psicólogos (as) dentro das comunidades indígenas. Não estou dizendo que eles (as) têm que ficar lá. Mas, por exemplo, estar na sede do município, entender que aquela população ainda é uma população vulnerável dentro das condições mínimas de direitos de vida, de assistência, de saúde, de educação, de saneamento básico. E o (a) psicólogo (a) está ali pra trabalhar nessas questões. Nós psicólogos (as) já temos esse trabalho durante anos de formação dentro das faculdades, e para voltar a trabalhar com populações tradicionais ´preciso ter esse entendimento”

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