THE NATURAL WAY TO DRAW – exercício 13 – Desenho modelado com tinta

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Compre livros e seus materiais de desenho e arte aqui https://amzn.to/31M0tvC Esse é o décimo terceiro exercício da série de exercícios do livro do Kimon Nicolaides. No primeiro post eu falei sobre quem é Nicolaides e qual a linha de pensamento do livro. Se você não viu esse post ele o ponto de partida. Veja aqui. Veja os cronogramas de exercícios aqui. Você pode ver todas as postagens sobre o livro aqui nessa tag. Prelúdio: antes do novo bloco de exercícios, Nicolaides fala sobre como as preconcepções atrapalham o estudo do desenho, sobre como tendemos a olhar para um desenho como o desenho e não como o objeto real que ele retrata. Temos que olhar as figuras não como uma pintura de Renoir, mas como carne e osso reais. Para Nicolaides, a única forma de escapar dessa limitação das preconcepções é a ação física dos 5 sentidos. Segundo o autor é preciso ter um contato direto com o modelo, ao meu ver esse posicionamento dele tem mais a ver com você entender no seu próprio corpo a ação que você está vendo, acionar memórias musculares ou mesmo sensação táteis, por exemplo, se você está desenhando um vidro, a lembrança da sensação de tocar um vidro, do que de uma presença física em si. Para Nicolaides, fala-se muito sobre “beleza” e “verdade”, mas a única coisa com que o aluno precisa se preocupar é com a realidade, a mesma realidade natural que permeia o cotidiano dele. Objetivo: treinar a sensação de volume e peso de uma figura Materiais: papel barato (sempre 1 desenho por folha e vai ser feito centenas de desenho, então use o papel mais barato que achar, frente e verso) uma caneta de ponta grossa e forte (a boa esferográfica do dia a dia) (não usar pena para não limitar os movimentos) Observações: o exercício em si é semelhante ao desenho modelado (exercício 7), mas a caneta acrescenta uma dificuldade pois a espessura do traço não se alterna Exercício: você vai escolher uma referência e construir o desenho dela do centro para as bordas em um movimento rotacional que vai cobrir toda a superfície sem nunca tirar a caneta do papel. Quando a caneta chega a um contorno horizontal ou vertical, você vai fazer da mesma forma que com o carvão, vai apertar a caneta quando o contorno for para “trás” (para longe de você) e riscar mais leve quando o contorno se aproxima de você. Lembre-se que não haverá contornos você não deve pensar (nem desenhar) nas bordas. Não é para ser tímido aqui, é para apertar com força quando for necessário e riscar até a figura estar completamente escura (lembrando que objetivo aqui não é uma arte finalizada, isso é um estudo que deve ser repetido muitas vezes) https://youtu.be/3Y4tp-glczM

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