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Biografia do Abismo | com Felipe Nunes & Thomas Traumann | 207

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Em todas as democracias há polarização política. O discurso de "nós contra eles" é esperado nas disputas eleitorais e no embate entre governo e oposição. Contudo, qual o limite para isso sem que se estiole o próprio jogo democrático?

Durante os anos da polarização PT-PSDB no Brasil, os limites foram por muito tempo delimitados pela lógica da competição entre adversários, não inimigos. Isso começou a desandar na contestação de Aécio Neves ao resultado das urnas em 2014 e na batalha que culminou no impeachment de Dilma Rousseff em 2016.

Mas isso ainda era café pequeno perto do que viria a ser a polarização do petismo com o bolsonarismo – uma polarização assimétrica, diga-se. Afinal, enquanto o PT ocupa o lugar de uma esquerda democrática, o bolsonarismo lidera a extrema-direita no Brasil.

A partir daí, as posições políticas se calcificam e os adversários dão lugar a inimigos a serem extirpados. Eleições passam a ser atos identitários e o julgamento sobre políticas públicas é substituído pela disputa entre perspectivas existenciais.

O que nos conduziu a tal situação? Quais as consequências dela para a democracia brasileira? Há saída desse inferno ou nos lançaremos no abismo?

O #ForadaPolíticaNãoháSalvação discute tal tema com os autores de um novo livro que aborda o assunto: "Biografia do abismo: como a polarização divide famílias, desafia empresas e compromete o futuro do Brasil", publicado pela Harper Collins.

Um é o cientista político Felipe Nunes, professor do Departamento de Ciência Política da UFMG e diretor do instituto de pesquisas de opinião Quaest.

O outro é Thomas Traumann, jornalista politico, colunista da Veja e pesquisador da Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV.

As músicas deste episódio são "Dead Wrong" de Jeremy Blake e "Cliff Side", do Silent Partner.

Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital.

Apoie o e ajude o canal e o podcast a se manter e a melhorar!

Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes relacionados ao tema do canal: a política.

Agradecemos aos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, a Pedro Raul de Paula Góes, Maria do Carmo Galiazzi, Gustavo Sousa Franco, , bem como a todos e todas que têm apoiado por meio do botãozinho do "Valeu Demais". 💛🧡💛🧡💛🧡

Há quatro formas possíveis de apoio.

1. Valeu Demais: Fazendo uma doação pelo botão botão do coraçãozinho ❤️ do "Valeu" no YouTube. Você determina o valor.

2. Clube dos Canais: Tornando-se membro do canal 🥇no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join

3. Benfeitoria: Fazendo uma assinatura simbólica 🗞️ do #FPNS no Benfeitoria.com: https://benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao

4. PIX: Por meio de PIX 💰. Chave PIX: ✉️ contato@foradapoliticanaohasalvacao.info

#Polarização #Intolerância #Radicalização #PartidosPolíticos #OpiniãoPública #ExtremaDireita #Bolsonarismo #Extremismo #Fascismo

#Política #AnálisePolítica #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #CiênciaPolítica

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O outro é Thomas Traumann, jornalista politico, colunista da Veja e pesquisador da Escola de Comunicação, Mídia e Informação da FGV.

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