NML 80 - Como se narra a violência de gênero?

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Por Nadando na Modernidade Líquida, Karine Aragão, and Leonardo Chermont de Sá descoberto pelo Player FM e nossa comunidade - Os direitos autorais são de propriedade do editor, não do Player FM, e o áudio é transmitido diretamente de seus servidores. Toque no botão Assinar para acompanhar as atualizações no Player FM, ou copie a feed URL em outros aplicativos de podcast.
Na última semana, nos deparamos com um vídeo mostrando uma ciclista, a Andressa Rosa Lustosa, sendo assediada sexualmente por um homem enquanto ela pedalava. Pra falar desse caso, os veículos de mídia fizeram suas escolhas comunicativas: A Folha de São Paulo publicou: “homem dentro do carro passa a mão em mulher e a derruba de bicicleta”. A Folha de Pernambuco disse: “homem suspeito de assédio a ciclista em Palmas”, já o G1 escreveu: “Jovem ficou ferida após cair de bicicleta ao ser vítima de importunação sexual em Palmas”. Olhando rapidamente para essas três chamadas, a gente consegue perceber que existem diferentes maneiras de narrar as violências de gênero. Nossa pergunta no episódio 80 é: como a gente tem predominantemente narrado a violência de gênero no Brasil e qual a importância de olharmos pra essa discursividade e de encontramos as palavras adequadas para falarmos dessa violência? Para esse diálogo, contamos com a participação especial de Glaucia Secco, que é professora de Língua Portuguesa do Colégio Pedro II, mestra em Estudos literários neolatinos e doutoranda em Ciências da Literatura pela UFRJ. Vamos mergulhar? Estamos ancorados nas principais plataformas de distribuição: Spotify, ApplePodcasts, iTunes, Castbox, Deezer, YouTube (com a gravação completa!!!) ou no seu agregador favorito. Mergulhamos em: - Mulheres empilhadas (Patricia Melo). - Problemas de gênero: feminino e subversão da identidade (Judith Butler). - Vista chinesa (Tatiana Salem Levy). - Amigos, amigas, amigues.

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