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Vera Holtz, 71 anos: íntegra em todos os sentidos

 
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Atriz fala sobre como conquistou a internet sem precisar expor a sua vida pessoal (o que lhe rendeu o apelido de Vera Viral), morte e amor Prestes a colocar a sua peça “Ficções” de volta em cartaz em São Paulo, a atriz Vera Holtz bateu um papo com Paulo Lima no Trip FM sobre amor, morte e como conquistou a internet sem precisar expor a sua vida pessoal (o que lhe rendeu o apelido de Vera Viral). “Eu não conseguia pensar na hipótese de ter uma rede social. Até que um dia fiz uma foto com um saquinho na cabeça e pensei ‘vamos trabalhar com isso nas redes sociais’. Quando começamos a desenvolver essa ideia de tirar foto de frente, lado e costas, aí expandiu e não parei mais”, conta ela. “Hoje eu até tenho a ideia, mas como voltei ao teatro não tive mais tanto tempo para produzir. Mas eu gosto do espaço das redes sociais. Só que precisam entender que a Vera Viral é temperamental, só aparece na hora que ela quer. É uma entidade livre.” Nascida em Tatuí, no interior de São Paulo, Vera era diferente da maioria das jovens da década de 1950 e revela que nunca sonhou em ter marido e filhos. Criada em uma família muito amorosa — e numerosa —, ela ouvia do pai: primeiro você se forma, depois se casa. “Ele dizia: ‘você precisa ter liberdade econômica e não depender do seu parceiro’. Era uma família diferente nesse sentido”. Essa conversa fica disponível no Spotify e aqui no site da Trip. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2024/05/6635149222984/vera-holtz-atriz-teatro-ficcoes-tripfm-mh.jpg; CREDITS=Divulgação; LEGEND=Vera Holtz; ALT_TEXT=Vera Holtz] Trip. A gente tem muita informação sobre a sua carreira, mas nem tanto sobre a sua vida pessoal. Você amou muito ou ficou mais tranquila neste aspecto? Sou leonina, a paixão é a minha bandeira, meu território de expansão. E eu sempre vivi em estado de paixão. Nunca deixei de amar os homens que compartilharam tempo de vida comigo e não deixo de amá-los por ter me afastado deles. Eu não separo, eu só desalinho, cada um vai para o seu lado, mas ainda cuidamos uns dos outros. E como foi essa história de falar de cima de uma cadeira, aos 14 anos, que não queria filhos? Sofreu muito por essa decisão? Nunca dei muita bola para a pressão por ter filhos. Talvez eu estivesse bem embasada na minha escolha: eu me estruturei para isso. Existiu um momento na minha vida em que me questionei, mas logo percebi que era apenas uma história que estava tentando virar ideia, ou talvez fosse eu querendo criar mais uma personagem na minha vida. A ideia de ter filhos é individual. Quem não tem o desejo de ter filhos, não precisa ter. É ouvir o chamado do seu corpo, ter uma escuta do seu corpo, uma intuição. Eu sempre escutei o que o meu corpo me indicava. O que é a morte para você? A morte é sensacional, magnífica. O melhor dia para se viver. Eu não tenho a menor questão com a pós-produção da vida. A morte e a vida são o mesmo lado.
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