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#14 | Brian Eno, um “non-musician” inspirado e influente

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Brian Eno sempre foi um artista que colocou na sua música muito da sua formação em artes visuais na Belas Artes. Desde o Roxy Music, onde todos os integrantes eram formados em artes, até o desenvolvimento da ambient. Partindo do glam rock, desenvolvendo depois a melhor estirpe da música de elevador, a gente vai falar justamente desse momento de transição de um artista, que para esse que vos escreve são sempre os mais interessantes.
A gente vai falar de "Before and After Science", de 1977. Esse disco reúne toda a alquimia musical de Eno: Funk com Krautrock alemão, ecos bem leves ainda glam, pós-punk e new wave (estilos novatos em 77) e ambient music.
Diferente do anterior que quebrava com o glam para mergulhar muitíssimo na ambient, esse parece que retrocede nesse sentido um pouco, pois a ambient music está lá mas não é o centro. O centro é uma alquimia rica, um todo acessível e experimental ao mesmo tempo. Disseco no podcast também por que Eno se classificava como um “non-musician”.
Esse episódio disseca algumas referências fundamentais para Eno e para a Ambient music e algumas referências-livre-associações fruto da interpretação do podcaster. Falamos de Erik Satie, Kurt Schwitters, William Burroughs, Byron Gysin etc. Falamos um pouco do Roxy Music, mencionamos a relevância de Eno como produtor, engenheiro de som etc. Um cara que produz bandas que se inserem no cenário mais pop como U2 e Coldplay, mas também obras como "No New York", que revelou todo o cenário do punk mais underground/conceitual/ da No Wave reunindo bandas como DNA do Arto Lindsay, James Chance and the Contortions, Teenage Jesus and The Jerks da Lydia Lunch.
Músicas

Roteiro e apresentação: Pedro Schwarcz
Direção: Newman Costa
Edição: Felipe Caldo
Redação: Luiz Fujita e Paulo Borgia
Arte: CRIO.LAH

Segue a gente lá no insta: @umpaposobresom

Produção: Baioque Conteúdo
Roteiro e apresentação: Pedro Schwarcz
Direção: Newman Costa
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A gente vai falar de "Before and After Science", de 1977. Esse disco reúne toda a alquimia musical de Eno: Funk com Krautrock alemão, ecos bem leves ainda glam, pós-punk e new wave (estilos novatos em 77) e ambient music.
Diferente do anterior que quebrava com o glam para mergulhar muitíssimo na ambient, esse parece que retrocede nesse sentido um pouco, pois a ambient music está lá mas não é o centro. O centro é uma alquimia rica, um todo acessível e experimental ao mesmo tempo. Disseco no podcast também por que Eno se classificava como um “non-musician”.
Esse episódio disseca algumas referências fundamentais para Eno e para a Ambient music e algumas referências-livre-associações fruto da interpretação do podcaster. Falamos de Erik Satie, Kurt Schwitters, William Burroughs, Byron Gysin etc. Falamos um pouco do Roxy Music, mencionamos a relevância de Eno como produtor, engenheiro de som etc. Um cara que produz bandas que se inserem no cenário mais pop como U2 e Coldplay, mas também obras como "No New York", que revelou todo o cenário do punk mais underground/conceitual/ da No Wave reunindo bandas como DNA do Arto Lindsay, James Chance and the Contortions, Teenage Jesus and The Jerks da Lydia Lunch.
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