13/05 - STJ participa da campanha “24 horas pelo Glaucoma”

2:38
 
Compartilhar
 

Manage episode 292476169 series 2355233
Por STJnoticias descoberto pelo Player FM e nossa comunidade - Os direitos autorais são de propriedade do editor, não do Player FM, e o áudio é transmitido diretamente de seus servidores. Toque no botão Assinar para acompanhar as atualizações no Player FM, ou copie a feed URL em outros aplicativos de podcast.
O Superior Tribunal de Justiça aderiu à campanha 24 horas pelo Glaucoma, criada pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia. O objetivo é conscientizar a população sobre o tema e incentivar o diagnóstico e o tratamento precoce da doença, que é considerada a maior causa de cegueira irreversível no mundo. Essa é uma doença que provoca a atrofia do nervo óptico, responsável por conectar o olho ao cérebro, interrompendo, assim, a transmissão dos sinais entre esses dois órgãos e levando à cegueira. No geral, a doença ocorre devido ao aumento da pressão intraocular. Trata-se de um processo lento, que pode progredir durante anos, até o aparecimento dos primeiros sintomas. O médico oftalmologista Vital Paulino Costa explica que é impossível se prevenir da doença, mas é possível evitar que ela leva à cegueira.“O glaucoma é uma doença crônica, assintomática. Infelizmente, é impossível fazer a prevenção do desenvolvimento do glaucoma. Portanto, é possível prevenir a perda de visão causada por essa doença. Como se faz isso? Indo frequentemente, periodicamente, ao seu oftalmologista. Assim, ele vai conseguir fazer o diagnóstico precoce do glaucoma, vai iniciar o tratamento e, assim, impedir que você desenvolva a perda de visão causada por essa doença”. O glaucoma, que atinge mais de um milhão de brasileiros e 65 milhões de pessoas no planeta, é uma doença ocular crônica sem cura, mas que, na maioria dos casos, pode ser controlada com tratamento adequado e contínuo. Quanto mais rápido for o diagnóstico, maiores são as chances de se evitar a perda da visão. O tratamento do glaucoma é feito, primordialmente, à base de colírios, mas podem também ser feitos procedimentos a laser para controlar a pressão ocular e, quando necessário, pode-se até pensar em cirurgias. Quem explica é o médico oftalmologista Roberto Galvão Filho. “O fator de risco maior é a pressão intraocular elevada. E é nela que se baseia nosso tratamento. Reduzimos a pressão intraocular com colírios inicialmente, que funcionam com a maioria dos pacientes. Se os colírios não funcionam, usamos laser, que, em alguns casos funcionam como primeira escolha. E, se nenhum dos dois funcionam, passamos às cirurgias que são muito eficientes, precisam de um bloco cirúrgico, mas os resultados são muito bons”.

6066 episódios